quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O CONTADOR DE HISTÓRIAS- OFICINA LIVRE

Neste dia nos reunimos para a realização de mais uma oficina livre.Assistimos o filme" O Contador de histórias.Este se baseia na tragetória real do pedagogo ,escritor e contador de histórias Roberto Carlos Ramos que aos 6 anos é deixado em uma entidade assistencial (FEBEM) por sua mãe, que tem a esperança de estar lhe proporcionando melhores condições de vida. Aos 13, porém, Roberto continua analfabeto, tem mais de 100 fugas e várias infrações no currículo e é considerado "irrecuperável". Roberto Carlos teve o rumo de sua vida mudado totalmente ao se encontrar com a francesa Marguerite Duvas-pedagoga- (interpretada por Maria de Medeiros), para quem o garoto,seu objeto de pesquisa, se transforma em amigo e protegido. Marguerite fez de tudo para tirar Roberto Carlos das ruas negando-se a acreditar que uma criança possa ser considerada irrecuperável.A temática, envolvendo o poder da educação e a recuperação de crianças que são dadas como perdidas, é extremamente positiva e nos fez refletir sobre a nossa prática pedagógica, muitas vezes achamos que muitos de nossos alunos "não tem mais salvação", pois se encontram desmotivados, sem perspectivas de vida, repetentes há vários anos entre muitos outros problemas que como todos sabemos fazem parte da rotina de sala de aula .Cogitamos a possibilidade de futuramente trabalharmos o filme com a Oitava série,pois ele oferece várias possibilidades de trabalho.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Leituras e processos de escrita II / tp 6

Iniciamos o estudo desta tp assistindo e comentando o slide Intertextualidade de Maria Aparecida de Souza, debatemos sobre o objetivo maior de um texto publicitário(vender um produto ou uma ideia) e também sobre o ato de comunicação, que conscientemente ou não também tem a intenção de produzir alguma alteração no comportamento ou conhecimento do leitor / ouvinte -sempre que utilizamos a linguagem, estamos querendo convencer alguém de nossas ideias.Então analisamos alguns textos da unidade destacando a questão da tese e dos argumentos presentes nos textos. Passei também um slide com os principais pontos da unidade: tese; argumentos; argumentos baseados no senso comum; argumentos baseados em provas concretas; argumentos por ilustração; argumentação por exemplo; argumento de autoridade; argumento por raciocínio lógico; Fizemos a leitura do ampliando nossas referências e discutimos as questões propostas.Então passamos a análise da unidade 22 -Produção textual:planejamento e escrita.Lemos um texto da revista Nova Escola"Escrever de verdade" que discute como fazer o aluno produzir textos de qualidade.Segundo a autora os alunos têm de saber o que querem dizer, para quem escrevem e qual é o gênero que melhor exprime as suas ideias.A produção textual baseada nos tipos textuais -narração,descrição e dissertação que por muito tempo,foram as bases nas propostas de escrita foi uma das principais responsáveis pela falta de proficiência entre estudantes. O trabalho baseado nas famosas redações escolares não garante o conhecimento necessário para produzir os textos que os alunos terão de escrever ao longo da vida.Para produzir um bom texto o primeiro passo é conhecer os diversos gêneros, uma boa aula é baseada na prática e no diálogo reflexivo e "cabe ao professor permitir que isso aconteça na prática.Para finalizar analisamos e selecionamos algumas atividades do AA6 para serem aplicadas no decorrer da semana.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Projeto/A escola e a família assumindo responsabilidades no ambiente social

No dia 23 de setembro nos reunimos para conversarmos sobre o projeto.Lemos um texto bem interessante de Augusto Curry -Lições básicas do treinamento do mestre da emoção e passamos a discutir questões referentes ao andamento do projeto dentro do sistema adotado pela escola- uma educação voltada ao cooperativismo.Uma das atividades propostas é a expedição investigativa para um estudo do meio.Atividade que requer preparação e tempo , por isso passamos a manhã preparando a atividade, fazendo a delimitação do espaço geográfico a ser investigado, a organização dos grupos, o passeio entre outros detalhes.Também lemos o texto Aprendendo na escola e na ONG de Mário Sérgio Cortella, texto retirado do Plano de Formação do Programa União Faz a Vida e que discute a importãncia da comunidade de aprendizagem na formação do aluno.

COESÃO TEXTUAL/ TP5 -19 E 20

Iniciamos a oficina com um relato das atividades desenvolvidas com os alunos.Foi trabalhado a atividade do Avançando na prática da página 41 /Tp5,(texto Palavra).Segundo relatos a atividade foi interessante e os alunos gostaram de desenvolver.Como a escola esta trabalhando com o tema Valores, os alunos produziram um painel (Árvore dos valores) sobre sentimentos e valores que as palavras despertam em quem as usa.Após os relatos passamos a análise das unidades 19 e 20 da tp. Passei o slide Mensagens e expressões enigmáticas e também distribui algumas atividades complementares (ver anexos)- quem descobre primeiro quais palavras inadequadas/Quem encontra e elimina primeiro o período que se infiltrou em cada texto.Também neste dia construímos alguns quebra-cabeças(AA5 página 76 e a atividade do avançando na prática da página 197 /organização de textos)para posteriormente serem trabalhados com os alunos.Também desenvolvemos a atividade do AA5- Uma história sem pé nem cabeça! A atividade foi bem interessante e também será aplicada. Atividades desenvolvidas pelos cursistas Quem descobre primeiro quais as palavras inadequadas? Cada um dos textos abaixo tem duas palavras que caíram ai sem se saber como. O desafio é identificá-las e tentar encontrar a palavra correta. O primeiro texto vai como exemplo. 1- As causas fundamentais da poluição das águas continentais são, em primeiro lugar, devidas ao alto grau de urba­nização decorrente do crescimento da população humana e, em segundo lugar, ao extraordinariamente rápido aumento da industrialização. É, portanto, nas imediações das grandes cidades e nas áreas mais arborizadas que os problemas da poluição são mais agudos. Com grande freqüência, as áreas mais industrializadas são também as mais densamente povoadas, fator que ameniza o problema. (As palavras sublinhadas são as incorretas, no texto, e deveriam ser substituídas por industriali­zadas e agrava.) 2- A chuva ácida é um fenômeno que surgiu com a cres­cente industrialização do mundo, em relação direta com a poluição do ar, manifestando-se, conseqüentemente, com maior beleza e maior abrangência nos países desenvol­vidos. Não obstante, tal fenômeno começa a atenuar-se também em pontos isolados, em países como o BrasIl. 3-A poluição sonora é um problema que atinge a todos e concentra-se principalmente nas zonas urbanizadas, nas ruas (tráfego pesado, buzinas, britadeiras, construções civis), lojas e residências (eletrodomésticos). Esta poluição é responsável por alterações no organismo como vertigens, neuroses, redução da acuidade visual, mudanças do ritmo cardíaco, insônia e, consequememente, queda da produ­tividade física e mental. Mas poluição sonora não acontece somente por meio de aparelhos que emitem sons audíveis. O condicionador de ar, por exemplo, emite ruídos infra· sônicos e suas ondas beneficiam diretamente o cérebro, causando dor de cabeça, enjoo, perda de equilíbrio, etc. 4-É alarmante a situação do desmatamento no Brasil, sobretudo nos estados litorâneos primitivamente recobertos pela Mata Atlântica e na região Amazônica. Restam hoje apenas 3% da extensão de floresta Atlântica que existia no Brasil colonial. A existência de matas ainda relativamente ex­tensas na região Norte não significa felizmente, que espécies ameaçadas pela destruição da Mata Atlântica possam se abrigar na Amazônia, pois o clima e o relevo são ( equivalentes e a flora e a fauna são, em grande parte, distintas .. .5-A idéia de conservar a natureza está freqüentemente associada à salvação de espécies em vias de distinção, como o pau-brasil, o mico-leão ou as baleias. A ameaça que paira sobre essas espécies desperta uma reação emo­cional, porque elas são úteis, ornamentais ou impressionam de alguma maneira por sua forma singular. Aparentemente, não haveria sentido em preservar as baratas d'água ou as bactérias dos lodaçais. Toda espécie, entretanto, depen­dendo de sua utilidade ou aparência, representa uma preciosidade que precisa ser dizimada, pois sua perda é irrecuperável. 6- Uma alimentação saudável precisa de pouca gordura, pouca carne, pouco açúcar, pouco sal, muitas "fibras" e, de preferência, produtos frescos, preferindo-se quantidades exageradas. Pode-se dizer, com certeza, que uma alimen­tação desagradável para o ser humano também é respei­tosa com o meio ambiente. Estes textos foram extraídos do livro Terra - o coração ainda bate, SPVS, Editora Tchê_) Vamos ver quem encontra e elimina primeiro o período que se infiltrou em cada texto! Competitivo 1- Pedro Álvares Cabral estava junto do rei ajoelhado e transportado para os mundos da glória pelo efeito do incen­so e dos belos cânticos religiosos. Era o momento mais im­portante de sua vida; todas as atenções se voltavam para ele: ia comandar uma esquadra de treze navios, entre naus e caravelas, com uma tripulação de 1500 homens Progres­so e desenvolvimento são palavras de significado muito amplo. A expedição às índias, a mais importante organizada em Portugal, era decorrência dos sucessos das viagens de Bartolomeu Dias e Vasco da Gama. Cabral não era um ho­mem do mar, mas o rei sempre entregava o comando das grandes expedições a nobres de sua confiança. 2- A instalação de um engenho real custava caro aos em­presários portugueses, que, além de dependerem da grande capital para a construção do engenho, ainda tinham de im­portar todas as mercadorias necessárias à sua manu­tenção. Desde cobre, ferro e estanho até óleo de oliva e bacalhau, tudo vinha da Europa, e a maior parte do lucro do senhor de engenho ficava nas mãos dos comerciantes metropolitanos. O caiçara torna-se operário de fábrica, con­trariando sua índole, sua natureza, sua cultura. Também a aquisição de escravos, "os pés e as mãos do senhor de en­genho", representava uma grande despesa. Mas, apesar de seus gastos e de depender intensamente da Metrópole, o fazendeiro bem-sucedido poderia gozar do grande prestígio, poder e fortuna de ser um senhor do açúcar. 3 -Desde o século XVIII vozes isoladas condenaram o sis­tema escravista. Mas, como processo político e ideológico de luta pela libertação dos escravos, só se pode falar em campanha abolicionista a partir do fim da década de 1860. Acompanhando as profundas transformações na estrutura econômica, onde o trabalho escravo ia sendo substituído pelo assalariado, as idéias abolicionistas conquistavam um público cada vez maior. Castro Alves, Luiz Gama, Joaquim Nabuco, José do Patrocínio, André Rebouças, nomes mosos do abolicionismo, faziam de jornais, clubes, escolas e associações constantes tribunas. Motivos pessoais entrelaçavam-se a aspirações sociais e políticas, engrossando as adesões ao movimento. Vila Rica era o nome da atual Ouro Preto. Mas a Abolição foi também uma luta de muitos heróis anônimos que a História não registrou: jangadeiros nordestinos, saldados, baixas camadas médias dos centros urbanas, etc. 4 -Os nativos comportavam-se como crianças, esperando presentes. Vendo que a preocupação dos portugueses era obter água, muitos se aproximavam dos botes com cabaças S, tomando dos barris, levavam-nos para serem enchidos. Exigiam em troca as quinquilharias que os lusos lhes pudessem dar, carapuças de linho, sombreiros, chocalhos .Há algum tempo atrás, .as pessoas podiam derrubar quantas árvores quisessem .Utilizavam ainda seus arcos e setas como objetos de troca, que por sinal eram bem recebidos pelos portugueses. (Os textos deste exercício foram extraídos da coleção O Cotidiano da História, Editora Ática.) Uma história sem pé nem cabeça! ( ) Marília era bem pequena ( ) que a cômoda no quarto da ( ) colo e deixava que os tocasse ( ) os vidros de perfume, a caixa ( ) onde acendiam velas se ( ) quando descobriu o Mar. Não ( ) Dona Beatriz ria ao vê-la na ( ) anos tinha, mas lembrava-se ( ) faltava luz à noite. ( ) com os dedinhos grossos. A ( ) ponta dos pés, querendo alcançar ( ) conseguia se lembrar quantos ( ) Tudo o que havia sobre a ( ) mãe mostrava os porta-retratos, ( ) de jóias (com margaridas pintadas ( ) mãe era mais alta que ela. ( ) cômoda parecia precioso, intocável. ( ) na tampa) o castiçal prateado ( ) os objetos. Pegava Marília no ( ) – Mamãe, deixa eu ver lá em cima! RIOS, Rosana. Mar e Ilha. Editora Estação Liberdade. (retirado de AAA5, p. 75)

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Relato( Avançando na Prática)

RELATO AVANÇANDO NA PRÁTICA/ TP3 PÁGINA 74 Esta semana desenvolvi a atividade proposta pela Tp3 da página 74. “Trabalhei com a música Sal da terra (Roupa Nova e Ivete Sangalo) e o poema de João de Almeida neto” O meu país”. Cantamos a música , fizemos a interpretação do texto, tema, autor leitor ouvinte, formas de expressão, aspectos na construção de sentido, ideias sugeridas ou implícitas, se gostaram ou não da música.Comentei sobre o título da música que nos remete a uma passagem bíblica , quando Jesus diz aos homens "Vos sois o sal da terra", ou seja aquilo que da sabor ao mundo.Comentei que a letra retrata um mundo que pede socorro, pois está sendo mal tratado pela má administração do homem. "vamos precisar de todo mundo, um mais um é sempre mais que dois". ..Em seguida passei no data Show o poema de João Almeida neto(ver anexo).Um poema que fala dos problemas do nosso país em uma linguagem regional e emocionante.Uma crítica forte aos problemas enfrentados no nosso país.Conversamos sobre o vídeo e fizemos uma análise oral semelhante a feita na música Os alunos também responderam algumas questões escritas para identificarem as semelhanças entre os textos.Tais como: 1-Após a leitura do texto 1 e 2 , você encontrou alguma semelhança? Qual? 2-Que problemas do Brasil são apresentados no texto 1 e 2? 3-O que os autores dos textos defendem e criticam em seus textos 4-O que precisamos fazer para mudar a situação em que se encontra o nosso país? 5-O texto 2 expressa uma opinião bastante negativa em relação ao nosso país.E você o que pensa sobre o assunto? Como estávamos na Semana da Pátria e cada dia era uma turma responsável pelas apresentações, a 7ª série apresentou a música Sal da Terra e algumas alunas leram Uma oração -oração pelo Brasil-(ver anexo) Apresentação ficou linda e eu fiquei muito feliz. (anexos) MEU PAÍS João Almeida Neto Um país que crianças elimina;E não ouve o clamor dos esquecidos;Onde nunca os humildes são ouvidos;E uma elite sem Deus é que domina;Que permite um estupro em cada esquina;E a certeza da dúvida infeliz;Onde quem tem razão passa a servis;E maltratam o negro e a mulher;Pode ser o país de quem quiser;Mas não é, com certeza, o meu país. Um país onde as leis são descartáveis;Por ausência de códigos corretos;Com noventa milhões de analfabetos;E multidão maior de miseráveis;Um país onde os homens confiáveis não têm voz,Não têm vez,Nem diretriz;Mas corruptos têm voz,Têm vez,Têm bis,E o respaldo de um estímulo incomum;Pode ser o país de qualquer um;Mas não é, com certeza, o meu país. Um país que os seus índios discrimina;E a Ciência e a Arte não respeita;Um país que ainda morre de maleita, por atraso geral da Medicina;Um país onde a Escola não ensina;E o Hospital não dispõe de Raios X;Onde o povo da vila só é feliz;Quando tem água de chuva e luz de sol;Pode ser o país do futebol;Mas não é, com certeza, o meu país! Um país que é doente;Não se cura;Quer ficar sempre no terceiro mundo;Que do poço fatal chegou ao fundo;Sem saber emergir da noite escura;Um país que perdeu a compostura;Atendendo a políticos sutis;Que dividem o Brasil em mil brasis;Para melhor assaltar, de ponta a ponta;Pode ser um país de faz de conta;Mas não é, com certeza, o meu país! Um país que perdeu a identidade;Sepultou o idioma Português;Aprendeu a falar pornô e Inglês;Aderindo à global vulgaridade;Um país que não tem capacidade;De saber o que pensa e o que diz;E não sabe curar a cicatriz;Desse povo tão bom que vive mal;Pode ser o país do carnaval;Mas não é, com certeza, o meu país! MÚSICA SAL DA TERRA (Beto Guedes) O sal da terra (Beto Guedes) Anda, quero te dizer nenhum segredo Falo desse chão, da nossa casa, vem que tá na hora dearrumar Tempo, quero viver mais duzentos anos Quero não ferir meu semelhante, nem por isso quero meferir Vamos precisar de todo mundo prá banir do mundo aopressão Para construir a vida nova vamos precisar de muitoamor A felicidade mora ao lado e quem não é tolo pode ver A paz na Terra, amor, o pé na terraA paz na Terra, amor, o sal da... Terra, és o mais bonito dos planetas Tão te maltratando por dinheiro, tu que és a nave nossa irmã Canta, leva tua vida em harmonia E nos alimenta com teus frutos, tu que és do homem amaçã Vamos precisar de todo mundo, um mais um é sempre maisque dois Prá melhor juntar as nossas forças é só repartir melhor o pão Recriar o paraíso agora para merecer quem vem depois Deixa nascer o amor Deixa fluir o amor Deixa crescer o amor Deixa viver o amor O sal da terra Oração pelo Brasil Deus, Nos dê sabedoria para conduzirmos nosso destino de forma independente, E olhai por nós brasileiros. Por nós que refletimos Tua obra em todas as cores de nossa gente, Em todas as caras, jeitos e costumes de nosso povo. Deus, Olhai por nós e nos protegei, Do mau político, do político sem pátria e sem país. Do político que entrega a liberdade e a riqueza do Brasil em troca de poder ou ouro. Que mata de fome e doença a sua gente, e que corrompe a sua terra. Do político que destrói o futuro e corrói a esperança, Prometendo em vão, sabendo não poder cumprir. Prometendo por prometer e falando em Seu nome, Ou em nome dos miseráveis, Porque a estes, Senhor, de tão desamparados, só lhes resta a fé, a esperança e nada mais. E esperança e Teu nome, Senhor. Deus, Olhai pelas crianças do Brasil, Olhai por elas, Senhor, por todos os brasileirinhos e brasileirinhas, E olhai principalmente pelas criancinhas que vagam pelas cidades, abandonadas, Esmolando, suplicando, sobrevivendo. Porque por elas ninguém mais olha, Senhor. Elas são seus anjos, Senhor, ainda que como anjos não as enxerguemos, Cegos que estamos pelo medo e egoísmo que nos cerca, Que nos faz ver o mal aonde deveríamos enxergar ternura. Deus, Nos ajude a compreender e a tratar melhor os nossos velhinhos e velhinhas, E nos ajude a com eles aprender a Tua lição. E nos tire a má vontade, e nos dê compreensão, Para oferecer conforto, dignidade e paz aos que a esta Terra abençoada tanto deram. Deus, Nos guie e nos ensine a cuidar da nossa Terra, A proteger, em Teu nome, a Tua criação, Os bichos, as plantas, o céu e as águas, Por que com nossa Terra fostes Generoso e Criativo, E por que com nossa Terra temos sido desleixados e relapsos, E ensinai às futuras gerações o valor de conservar nossos tesouros naturais. Deus, por favor, Nos ajude agora a cuidar de nossos doentes, Agora que já não temos mais hospitais em número suficiente, nem médicos suficientes, E nos ajude a velar pelos que sofrem de dor, Pelos que sofrem calados ou pelos que gritam de angústia, Nos ajude e nos oriente, Senhor, a diminuir o sofrimento, e a dar esperança, Aos que hoje padecem em função de nossa irresponsabilidade. Senhor Deus, Nos dê justiça. E oriente o nosso judiciário, e guie os seus juízes, Para que estes, Senhor, hajam em nome da isenção e da imparcialidade, E para que estes, Senhor, não caiam em tentação, E não julguem em nome da riqueza e do poder. Deus, Nos oriente na busca do conhecimento, E na construção de escolas, e na valorização dos nossos Professores, Porque estes, Senhor, é que verdadeiramente constroem o nosso país, E nos desculpe, Senhor, pelo descaso que temos dados a nossos mestres. Senhor, Nos ajude a construir escolas e orai por estas, E orai também pelos estudantes, e pelos que sonham em estudar, Orai por estes e orientai-os no caminho do bem. Senhor Deus, Que nos fez livres, que nos fez diversos, Afastai do poder os que querem calar e os que pregam o silêncio, E continue, Senhor, a nos abençoar com a liberdade de expressão, Protegei a imprensa, Senhor, protegei os jornalistas, E os faça livres de quaisquer amarras. Senhor, que és Paz, Daí nos a paz, E a segurança, e o respeito pelo ser humano, E ilumine os que tenham caído na tentação do crime, Nos proteja, Senhor, da desgraça da violência urbana. Senhor, abençoai nossos atletas, nossos músicos e nossos artistas, Abençoai nossos cientistas e estudiosos, Porque estes levam ao longe o nome de nosso Brasil, e porque estes nos alegram, E nos fazem esperar um país melhor. Senhor, Que a todos ama, Nos ajude a amar e a compreender, Incondicionalmente, sem qualquer restrição, sem qualquer discriminação, Todos os que conosco dividem nossa terra, E não nos levei a julgar nossos irmãos e irmãs, pela cor, pela aparência, Pela crença ou pela descrença, pela riqueza ou pela pobreza. Nos dê forças, Senhor, para amarmos e sermos amados, e nos afaste de todo ódio. Agora e sempre, Amém

ESTILO , COERÊNCIA E COESÃO-Relatório /7º encontro -tp5 unidades 17 e 18

No dia 16 de setembro iniciamos os estudos da TP5 - Estilo , coerência e coesão.Iniciei com um questionamento sobre estilo, encontrado no slide "gêneros e tipos textuais do Programa Gestar 2.Logo depois discutimos os objetivos da seção e nos divertimos com a leitura do texto Cada um é cada um de José Roberto toureiro.Conversamos sobre estilo e variante linguística ou estilo e dialeto.Fizemos a leitura do poema Trem de ferro de Manuel Bandeira e debatemos as perguntas propostas.Fizemos uma análise detalhada dos Avançando na prática da unidade e selecionamos alguns para serem aplicados no decorrer das aulas.Percebendo que as atividades estavam se tornando enfadonhas e como a 8ª série estava trabalhando com figuras de linguagem , assistimos o vídeo Pleonasmo (CD Gestar )o que descontraiu um pouco o ambiente. Como estava próximo do Dia do Gaúcho, achamos interessante trabalhar com o tema:trovas,vocabulário gaúcho,músicas...A escola promoveu então um Fandango na escola, os alunos almoçaram na escola e a tarde ouve um Gaitaço. Moradores da comunidade e alunos foram convidados para cantar, fazer trovas e falar sobre as tradições gaúchas.Foi uma tarde agradável e divertida regada a música e chimarrão.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

LER OU NÃO LER, EIS A QUESTÃO!

LER ou NÃO LER, eis a questão Como o tempo ocupado pela televisão e pela internet, adolescentes deixam os livros em segundo plano Não existe estudo científico que comprove, mas há uma percepção disseminada sobre a geração atual: ela não gosta de ler. A constatação parte dos professores. Eles se queixam de que só com muito esforço conseguem obrigar seus alunos a ler os clássicos da literatura. Um dos argumentos mais utilizados é recorrer à ameaça do vestibular. Os pais endossam a percepção de repulsa dos jovens pelos livros. Reclamam freqüentemente que os filhos padecem de falta de concentração e, por isso, não são capazes de ler as obras básicas para entender a matéria. Por que isso acontece? O que faz com que uma geração leia e outra fuja dos livros? Há diversas explicações, mas todas acabam convergindo para um mesmo ponto. Quando as pessoas recebem a informação mastigada – na televisão, nos gibis, na internet -, acabam tendo preguiça de ler, um ato que exige esforço e reflexão. Os canais pelos quais o jovem se informa nos dias de hoje são múltiplos. O livro é apenas um deles. E é o mais trabalhoso. Diante desse quadro, os educadores são unânimes num ponto: as armas de estímulo à leitura precisam ser modernizadas. Alguns já fazem isso, com sucesso. “Eu costumo contar uma parte interessante ou bizarra de um clássico, para mexer com a curiosidade”, sugere a professora Maria Aparecida Custódio, responsável pelo laboratório de redação da rede de escolas Objetivo, em São Paulo. “Outra pedida é incentivar atividades lúdicas, como pedir para uma classe encenar peças de teatros a partir de obras famosas”, propõe o educador paulista Gabriel Chalita, que presta assessoria a várias escolas na área de treinamento de professores. Uma parcela da responsabilidade pelo baixo índice de leitura entre os jovens cabe aos mais velhos, que estigmatizaram a geração atual como uma geração burra. “Se você crítica a roupa que o adolescente veste, a música que ele ouve, diz que internet é uma bobagem e que ele só consome lixo, está construindo uma barreira intransponível, como se o teen vivesse numa esfera e os clássicos estivessem em outra, inacessível para ele”, opina Eliane Yambanis, professora de história do Colégio Equipe, em São Paulo. Ou seja, as estratégias de sedução à leitura não funcionam se não levarem em consideração o universo teen. De acordo com Maria Aparecida Custódio, o professor deve, sim, incentivar o adolescente a acessar um conto que esteja disponível na internet, ou ler a versão de um clássico em quadrinhos. Tudo isso estimula o hábito da leitura. A lição que fica é a seguinte: para ensinar alguma coisa a alguém é preciso antes aprender mais sobre ela. Vivian Whiteman (VEJA/SETEMBRO DE 2001)

Caminhada da leitura

CAMINHADA DA LEITURA

Nessa semana dia realizei a Caminhada da leitura com meus alunos .Para motivá-los iniciei a aula com a leitura de um trecho sobre as práticas de leitura de Patativa de Assaré."Eu estudei só seis meses.Agora fui me valer do livro..."e também o depoimento de Paulo Freire: "Fui alfabetizado no chão do quintal de minha casa , a sombra das mangueiras, com palavras do meu mundo e não do mundoo maior de meus pais.O chão foi meu quadro ; gravetos , o meu gis..."(tp4/p.18) Li a biogragia dos autores e fizemos comentários sobre a importância da leitura em nossa vida.Li também algumas frases de autores famosos sobre leitura e então passamos a análise do artigo: Ler ou não ler, eis a questão(ver anexo) de Vivian whiteman.Na aula seguinte a turma foi dividida em grupos pequenos e partimos para a caminhada.Comentei sobre a importância de observarmos o ambiente letrado para entendermos nossa cultura escrita.Cada grupo iria colher informações sobre o ambiente letrado(rua, trânsito, igrejas, escolas, mensagens de caminhão,etc. ).As informações foram organizadas em cartazes e apresentadas para a turma observando as construções textuais, frases , termos utilizados, elementos verbais e não verbais e a pontuação. Os cartazes ficaram na sala para a apreciação e também para compor o ambiente letrado de sala de aula.Os alunos produziram também um painel de leitura com frases sobre Leitura produzidas por eles.Pude perceber que eles adoraram realizar a atividade e tudo transcorreu bem.Fiquei muito feliz, pois confesso que tive um pouquinho de medo em levá-los a passear pela cidade, tarefa nem sempre tão fácil, mas me surpreendi.Que bom ! É sempre bom descobrir que podemos mudar nossa rotina e fazer com que nossos alunos aprendam de uma maneira divertida e sintam-se felizes.
Poeminha do contra

Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!
Mario Quintana